A Trajetória
Jornalista e advogado, Amaury Junior nasceu em Catanduva, mas foi em São José do Rio Preto
que iniciou sua carreira jornalística, onde fez de tudo um pouco. Começou com a "Coluna do Estudante",
no Diário da Tarde, que se transformou em coluna social nem ele mesmo sabe bem porque. Foi para a
Rádio Independência, transportou a coluna para o Diário da Região e conseguiu atrair para o espaço
um noticiário local e regional tão abrangente que, em pouco tempo, a Coluna Amaury Junior (CAJ) se
transformou em leitura obrigatória.
Em Rio Preto ainda fez circular revistas, criou um Cine-Jornal, exibido em uma cadeia de 170 cinemas,
lançou seu próprio jornal, o "Dia e Noite" - que conquistou um Prêmio Esso graças ao redator-chefe,
José Hamilton Ribeiro - e participou da implantação da TV Rio Preto, da Rede Globo, hoje
pertencente à Rede Record. Na TV Rio Preto, Amaury apresentou vários programas, usando a faixa
regional da grade. Aos sábados, comandava uma gincana entre Faculdades e o Solteiros x Casados,
capaz de mobilizar e liderar a audiência.
Convidado para trabalhar na TV Tupi, Amaury veio para São Paulo, em 1978. Deixou a posição de
titular de programa no interior para se transformar em repórter da editoria geral, cobrindo de
política à polícia. Foi na Tupi que nasceu o "Flash", mas lá o programa acabou ficando apenas no
papel. A Tupi foi desativada por uma desavença entre o superintendente Mauro Salles e o então senador
João Calmon. Era o começo do fim das Associadas. Amaury foi para a revista Fiesta, de Jácomo La Selva,
onde chegou à posição de redator-chefe. Convidado para fazer a coluna social do Diário Popular, aceitou,
trocando a Fiesta pela Status, a grande revista masculina da época. Tinha, então, uma coluna de
prestígio numa importante revista mensal e mantinha sua coluna diária no Dipo, o bastante para receber
convite da Fundação Cásper Líbero para um programa na Rádio Gazeta, diário, às 18 horas. De novo na
seara da televisão, foi na TV Gazeta que seu Flash saiu do papel. Optou por esse título porque lhe
deram apenas 5 minutos diários, suficientes apenas para fazer "um flash" das festas. Contudo, no mês
seguinte, já tinha 15 minutos e, ao cabo de seis meses, foi convidado por Paulo Machado de Carvalho
para levar o programa para a TV Record, então uma emissora apenas interestadual. Depois de um ano,
o Flash (já com 30 minutos) foi para a Bandeirantes, atraído pelo convite de se transformar em programa
nacional. Lá ficou por 16 anos.
Criador do colunismo social eletrônico no Brasil, Amaury Jr. está há 29 anos no ar. A fórmula
criada por Amaury é hoje adotada em todo o país. Ele descobriu, há mais de duas décadas, que a audiência
da madrugada era representativa e seletiva e que ali seria permitida a utilização de uma linguagem
mais informal, com depoimentos espontâneos e descontraídos. Para Amaury, o programa não se sustentaria
apenas com as festas, não fosse seu jornalismo. O slogan utilizado por ele para a Revista FLASH é o
que melhor define essa postura - "É mais que colunismo. É jornalismo". Mas Washington Olivetto cunhou
uma frase que engloba o estilo Amaury Jr: “Ele trafega do útil ao fútil. Nunca esbarrando no inútil.”
Com uma folha de serviços que inclui mais de 30 mil entrevistas, o apresentador já levou seus
telespectadores aos quatros cantos do mundo, mostrando lugares exóticos e conversando com personalidades
internacionais como Lisa Minelli, Charles Aznavour, Tonny Bennet, Grace Jones, Shirley MacLaine,
Celine Dion, James Brow, Shakira, Beach Boys, Sarah Brygtman, o presidente Bill Clinton, Julio
Iglesias, Bo Derek, Natalie Cole, a rainha Silvia, da Suécia, o milionário Donald Trump, Luciano
Pavarotti, Neil Sedaka, Marisa Berenson, Amália Rodrigues, Paul Anka, só para citar alguns.
Uma das entrevistas que Amaury mais se orgulha de ter feito foi com João Gilberto. Não pela substância,
mas pela circunstância. Fazia 14 anos que João não aparecia em televisão. E até hoje não concedeu
nenhuma outra fala a imprensa.
Quanto às celebridades nacionais e dos países vizinhos, pouca gente deixou de falar com
Amaury. Isso tudo sem contar os freqüentes furos de reportagem acrescentando informações fundamentais
que na política, economia, esporte, showbiz e outros setores de atividades.
Amaury entrevistando Ibhaim Sued
Amaury Jr. e Doda Miranda
Amaury Jr. e Donna Summer
Amaury Jr. e Gustavo Kuerten
Amaury Jr. e Hugo Castelana
Amaury Jr. e Pelé
Amaury Jr. e Quicy Jones
Amaury Jr. na feira de Milão
Amaury Jr.,Christina Oiticica e Paulo Coelho
Carlos Lacerda, Faiçal Calil, Milton Homsi e Amaury Jr. tempos de lideranças estudantis
Celine Dion
Fernando Mitre e Amaury Jr.
José Saramago e Amaury Jr.
Julio Iglesias e Amaury Jr.
Marco Maciel
Rita Lee e Amaury jr.
Ronaldinho Gaúcho e Amaury Jr.